Posts de Dezembro, 2007

Saga do Tradutor IV

Dezembro 29, 2007

À frente do livro aberto, após deparar-se com a palavra misteriosa, Alenderman não havia descansado por um minuto sequer. Aquela descoberta o havia excitado de tal maneira que esquecera das necessidades básicas de um indivíduo, tais quais alimentação e descanso. Nosso tradutor estava há umas doze horas debruçado sobre aquele árduo e incomum trabalho de localizar o significado de uma palavra desconhecida, absolutamente desconhecida.

Porém, o peso do cansaço foi-lhe recaindo sobre seu corpo. Mal conseguia manter aberta as pálpebras e enxergar em sua frente o computador. Havia pesquisado onde fosse possível, inclusive com amigos via msn messenger, no entanto, nada de resposta quanto ao misterioso vocábulo.

Adormece. Mesmo naquela desconfortável posição, o sono vem com tal força e profundidade, que é capaz de atravessar todas as fases até que a consciência encontra o mecanismo de fazer-se descansar e lança Alenderman no mundo dos sonhos.

Acordo. Enorme escuridão ao meu redor. Pouca diferença faz manter os olhos abertos ou fechados. Mas que sala estranha. Há pouco tempo jurava, estava eu debruçado na tradução do importante livro e procurando aquela palavra absolutamente desconhecida. O que houve? onde está a minha sala, mesa e computador. Estendo as mãos e caminho em linha reta, tomando cuidado para não esbarrar em algum eventual objeto. A sala, no entanto, parece estar vazia. Após alguns minutos dou-me com uma parede. Absolutamente lisa. Sigo pela esquerda, e verifico que a parede faz uma curva, suave, e, salvo engano dos meus sentidos, se trata de uma curva de cento e oitenta graus, côncava, a continuar, após, em linha reta. Não há trincos ou portas, mas apenas parede lisa, sem menor sinal da luz. Continuo tateando a parede e vejo agora a presença de cantos, em formato de ângulo reto, o primeiro convexo, o segundo e o terceiro são côncavos e a parede segue em linha reta novamente. até deparar-me com uma outra parede em curva, desta vez, convexa, em lado oposto à primeira parede em curva. Ora. Salvo engano, esta sala tem o formato de uma letra n, pensamento que pude confirmar continuando a apalpar as paredes. De fato, a sala possui o formato de uma letra n e não há portas ou trincos ou qualquer outra coisa. Estou aqui preso.

Ah, escrever em primeira pessoa é muito chato, pelo menos no caso de Alenderman. Vamos retomar a terceira aqui que é muito mais delicioso observar o drama alheio do que dele compartilhar. Que desespero tomou conta do nosso tradutor, assim que tal se deu conta. Deitou-se ao chão e, não querendo ser este autor muito clichê, mas foi inevitável que o nosso Alenderman desse um grito. Afinal, as pessoas gritam quando estão assustadas e eu não posso querer ser tão assim original neste blog neonato. Em sonhos, ou pesadelos, e aqui estamos, ao que tudo indica, até o momento, num pesadelo, é comum as pessoas soltarem um grito de pavor. E desse modo foi o que Alenderman fez, ao se deitar no chão e com os olhos fechados, embora inútil esse gesto, ante a total escuridão do cômodo, e com as mãos no rosto, para se proteger sabe-se Deus do quê, mas assim o fez.

Sentia, após esse grito, que algo havia mudado no ambiente. Sim, algo havia sim se transformado e o sentia assim que retirara as mãos do rosto. Pudera perceber que havia agora luz, ainda que estivesse com as pálpebras fechadas. Seria um interruptor sensível ao som? Não saberia dizer, só após abrir os olhos para se saber mesmo.

O nosso tradutor encontrou-se numa sala enorme, cujo chão parecia um enorme texto impresso. Que coisa mais interessante. Da onde se encontrava, podia ler e era justamente o primeiro parágrafo do livro que estava a traduzir. Capítulo um, lia, claro, já traduzindo o que seria do idioma original. O texto estava impresso no chão cujo branco, a imitar a página era um tapete felpudo, bem macio (ah, o nosso herói estava descalço, esqueci de mencionar o detalhe). Onde havia letras, o negro delas era áspero como uma lixa, a quase machucar os pés de Alenderman. Olhara para trás e parecia estar no princípio da sala, igualmente sem portas, ampla, porém muito mais em comprimento que em largura. Imitava um enorme papiro e o texto a se perder de vista em frente. E o jeito era esse. Caminhar para encontrar alguma saída.

E pôs-se a andar o nosso tradutor, acompanhando o texto que quase que conhecia de cor e caminhava, embora o lesse com dificuldade porque o texto estava de cabeça-para-baixo, ou ponta-cabeça, como prefira o leitor, esteja ele em qualquer parte deste Brasil. E seguia o texto, e, engraçado, uma idéia tocou-lhe o âmago: será que aqui eu encontrarei a palavra misteriosa? Provavelmente sim, porém estava muito longe, há vários capítulos de distância daquele trecho. Era preciso apertar o passo.

E o fez. Começou a empreender uma corrida, frenética, pela sala, percorrendo em leitura dinâmica o texto já conhecido. Até onde eu saiba, Alenderman nunca foi dado a correr. Não possuía vigor nem fôlego de atleta, e aquela corrida certamente o cansaria em algum ponto. Mas pouco se importou com isso e continuou a correr, e assim o fez durante alguns minutos, o que transformou o passeio numa ofegante viagem. Conforme chegava mais perto, sentia o coração bater mais forte, e mais assim que percebeu algo. Ou melhor, alguém. Isso, havia alguém a frente, e ao que parece, bem no lugar onde deveria estar a palavra desconhecida.

Conforme aproximava-se, via delinear-se diante dos seus olhos uma mulher muito bonita, bem adornada com jóias e um tecido brilhante, vestida tal qual uma princesa do oriente antigo, numa ocasião festiva. Novamente, pedindo licença a você, leitor, preciso aqui usar mais um clichê: ao se deparar com a mulher, Alenderman viu que ela sorria e olhava para ele fixamente e disse: estava à sua espera, meu querido.

Saga do Tradutor III – Leia somente após os posts anteriores.

Dezembro 27, 2007

Faz algum tempo já que me encontro sob essa luz intensa, quase que dia e noite, sem descanso algum. Tudo bem, durante mais ou menos seis, oito horas, aquele sol branquelo, pálido, congelante, exceto pelo fato de ser luz, mas que encaminha esse facho sobre mim, diretamente, sem dó nem piedade. Neste céu que observo, apenas vejo um sol comprido, formato retangular com uma ponta arredondada, no outro lado um poste em que vai da base deste sol até onde meus olhos não enxergam mais. Não sei se a radiação deste sol me faz mal, e a que fator estou exposto (até porquê física não é meu forte), mas com certeza faria muito mal à minha pele, se eu tivesse uma. Talvez á minha superfície, mas é difícil afirmar qualquer coisa.

Do lado deste sol só o branco do teto, e uns olhos a me observarem. dia e noite, dia e noite, sem parar. Obcecados, fixos e imóveis sobre mim. As vezes acredito que esses dois olhos brilham mais que o sol que descrevi. Vejo-os vagos, inertes, as pupilas quase que não se mexem, e as vezes piscam, como num breve eclipse, mas raramente movem-se para outro local. Engraçado, como o dono desses olhos não os tira de mim. Em alguns momentos passa, porém volta, e fica, permanece, sem saber o que fazer. Parece que do nada surgi e que de repente sou um completo enigma para esse par de olhos.

Não que eu queira me gabar não, mas de fato, chega de me ocultar a vocês, mas eu sou mesmo um grande mistério que apareceu neste texto, neste texto como um todo, o que não escapa à curiosidade de vocês não, viu.  Já há dois posts anteriores há alguem tentando decifrar o meu significado. Alenderman, se não me engano. Mas parece que a coisa está difícil. Sei que ele chegou no meu vizinho, ah, um verbete até fácil eu diria, sempre soube que ele seria decifrado de relance, quase que intuitivamente, mais fácil do que aprender a dizer Eu em qualquer idioma. Acho até que meu vizinho aqui da direita é mera preposição ou artigo, acrescenta algum sentido a mim, porém é mero acessório. Eu poderia muito bem me virar sem eles, embora, no contexto geral, possa fazer alguma diferença. Mas para que vocês não me acusem de ser prepotente e arrogante, somente por se tratar de um verbete misterioso.

Mas eu devo admitir que sinto um certo orgulho em não ser decifrado. Difícil, muito difícil, como se alguem quisesse me beijar e eu não pudesse. Olha, quero deixar bem claro que eu fui atirado aqui, aqui surgi, não sei como, porquê quando nascemos, nascemos simplesmente, sem saber como e quando. Quem conta sobre o nosso nascimento são nossos pais, ou pai, ou mãe, ou mãe adotiva, ou pai adotivo, enfim, quem gerou a vida, e aí vai qualquer signficado para gerar. Mas eu não nasci de parto. Aliás eu suponho ter nascido como os demais que vi nascer.

Vi uma série de letrinhas saindo de um orifício e jogadas na superfície onde eu me encontro até que, me parece que havia sido completamente preenchida, segundo me informou o verbete debaixo, um substantivo que me pareceu ter uma visão concreta da realidade, sendo que em seguida fomos cobertos por outra folha de papel, daí parei de ver a luz, e tudo o mais e fiquei guardado, guardado durante muito tempo.

Como falei a vocês, eu não tenho como afirmar nada disso. Ninguém sabe sobre a sua própria origem. O adjetivo acima me disse, e acho que ele é sonhador demais, ou visionário. Aliás, adjetivo é um ser com inúmeras qualidades que eu não saberia enumerar todas, mas este aí de cima é muito visionário. disse o seguinte, que todos nós, no começo éramos algo que não se pode descrever ou ver, mas somente se sente, mas ninguém vê. Ele chama isso de pensamento. O pensamento um dia resolve que deveria tomar uma forma, e toma a forma de uma palavra, e para tanto precisa de um papel, que está branco e depois uma máquina joga uma tinta sobre ele e pronto: está o pensamento impresso.

Já o verbo, que segundo ele, foi do verbo que o mundo foi criado, diz que nascemos de fatos, fatos e da realidade. A realidade entra na mente do escritor, que segundo disse, é o dono do par de olhos que sempre enxergo, e ele aperta uma série de botõezinhos, e aí depois é que surgimos. Não há nada de pensamento do nada, é a realidade quem tudo guia.

A mim parece que essa discussão é um papo-furado, do tipo sexo-dos-anjos. Não estou aqui preocupado com a origem de nada. Aliás, eu, intuitivamente acredito que não apareci aqui como os demais. Vocês não me pergutem como, porque já disse e repito, nada sei a respeito da minha origem, o que é muito enigmático. E como gosto de ser enigmático.

 Confesso que me divirto observando os olhos de Alerderman aqui. perdidos, a tentar decifrar meu sentido e traduzir para a tal da língua portuguesa. Mas, coitado, está totalmente perdido e não sabe o que fazer. Ele acredita aliás que eu surgi do nada aqui. Não encontra meu significado em dicionário algum. Olha que eu já fui até tachado de erro de impressão ou de edição. Mas que absurdo!!!! Eu sou cheio de significados sim. Se o seu dicionário não sabe do que se trata, o problema é seu, seu par-de-olhos-de-uma-figa. Que continue então a quebrar a cabeça aí longamente atrás do meu significado. Imagina, eu, um erro de impressão, coisa mais sem-noção. Estou aí é para atormentar mesmo. E quero ver você continuar a tradução desse texto sem saber do que eu trato, Sr. Alenderman. Ah, você também senhor leitor, não pense que escapa ao enigma. Você também acha que eu sou erro de impressão também? De edição? Ou apareci do nada só para atazanar o trabalho de um tradutor? Vê lá o que vai pensar ao meu respeito heim. Sou verbete, porém quero mais é ser tratado com a devida importância, e tenho meu significado próprio.

Saga do Tradutor II – Leia o post anterior

Dezembro 26, 2007

A questão poder-se-ia resolver de outra maneira: vamos consultar outras edições do mesmo livro. Olha, que mágica lâmpada apareceu por sobre a cabeça do nosso bom e inteligente Allenderman. Lembrou-se que havia adquirido algumas edições no idioma original, e outras em inglês e francês, outros dois idiomas que domina bem. Vamos lá, consultar, página…. Ué, a palavra não consta aqui desta edição, que é posterior à que estava usando. E na anterior? Direto à página… O que há? Palavra misteriosa é essa que não se encontra em dicionários ou mesmo nos outros originais.

Mas você, Allenderman, como nosso bom e onipresente leitor também pode acreditar, subestima e muito a nossa internet. Ué, porque estranha o itálico? O termo internet é estrangeiro. Para a estrangeiros seria Internete, ou Rede Internacional? Talvez a língua portuguesa seja demodè ou demodê. Agora eu não quero procurar no dicionário para saber como se escreve, devo é terminar este post, ou talvez este conto, o que seria inédito, pois tenho vários textos no meu hd, inacabados e, caro leitor e internauta, você vai ter de aturar mais e mais insandidades deste blogueiro.

Enfim, depois de tanta tagarelice deste narrador, o nosso Allenderman resolveu googlar o desconhecidíssimo e intrigante vocábulo daquela edição, talvez especial, ou espacial, porque um termo desses parece ter sido cunhado por alienígenas, ou mesmo klingons ou fereing (não se de qual geração de Jornada nas Estrelas o leitor é fã, se é que é de alguma). Que mania essa de divagar, e não terminar este post de uma vez.

Que grande interrogação na cabeça do nosso Allenderman. Vocábulo incerto. Seria um erro de impressão? Não, os termos parecem formar um vocábulo que faria sentido, com radicais, desinência, se fosse verbo, ou um sufixo, indicando substantivo ou adjetivo. Tão indefinido que nem sequer quanto à natureza do termo se sabe, quiçá como decifrar o seu objeto.

 Pobre Allenderman. Preso nesse trabalho intrigante, nesse joguinho que lhe fora pregado pela sua consciência. Poderia ignorar o vocábulo e terminar o trabalho a tempo, a fim de entregar na editora e receber por seu suado trabalho. Mas nosso tradutor não é pessoa que se guia tão somente pelo quanto possa por ele receber. Além do profit há que se pensar no desenvolvimento intelectual da humanidade, dos brasileiros, que precisam ter acesso a este novo mundo de sonhos e fantasias e de pensamentos deste romance estrangeiro, não obstante a nossa literatura seja de excelente qualidade, e aqui n vai qualquer ironia, ao contrário, a nossa poesia e literatura poderia suprir e muito bem toda a nossa carência de estudos, caso houvesse maior interesse pela leitura.

Mas Allenderman, assim como eu, apesar da extrema admiração quanto aos escritores brasileiros, aprecia e muito a obra dos estrangeiros, muito embora ele, como eu, esteja perdido no quinto volume de “Em busca do tempo perdido” de Marcel Proust. Mas veja, se Proust demorou 20 anos pra escrever e estamos, eu e Allenderman, há cinco anos lendo, estamos em vantagem.

O que fazer agora, Allenderman, perdido quanto a esse vocábulo, sem eira nem beira, incapaz de solucionar o problema e de continuar a tradução. O que fazer agora???

Saga do Tradutor

Dezembro 26, 2007

Alenderman estava debruçado sobre o indecifrável livro. Noites e noites a fio a tentar destrinchar qual é o significado daquelas palavras, de tão diferente conceito do nosso bom e idioma pátrio. Como se pode querer que culturas diferentes venham a se entender da mesma forma? Talvez trocando-se um adjetivo por outro, um verbo por outro, consiga fazer transparecer o significado daquela frase.
Mas não, precisava fazer com que aquele texto fosse transpassado para o nosso digníssimo português, diga-se de passagem ao Português do Brasil (e merecem letras maiúsculas ambos).

Mas eis que, insólita palavra aparece no original, impresso, mania que ainda possui. O computador é muito bom editor de texto, mas ler numa tela é algo bem cansativo para o nosso tradutor. Prefere ele um original em papel. Se for papel antigo, amarelado, mofado, melhor. Acredita que os livros antigos são o que de maior sabedoria pode conter.

Sabedoria tanta que agora se depara com aquele vocábulo, absolutamente desconhecido. O cursor do texto a ser traduzido pisca, como se estivesse lá, insistentemente, tal qual tortura chinesa, a falar, vamos, continue a tradução deste texto, as demais palavras pedem passagem para transparecer no idioma pátrio.

 Alenderman, contudo, sente-se incapaz de traduzir. Após anos e anos a fio, de estudos, graduado, pós-graduado, livre-docente e o que mais fosse possível, jamais pensava que, quanto àquele idioma que dominava tão bem, pudesse assim do nada aparecer um tal vocábulo que desafia a tarefa. Isso porque quando decidiu-se fazer a tradução daquela obra, verificou, em passar de olhos, que seria talvez muito fácil e interessage transimitr aos brasileiros, aquela mensagem. Deveria ter lido com mais atenção ao texto, e, arricas-se a dizer qeu nem havia dado conta daquela palavra tão incomum no texto.

Que se vá ao dicinário então, gritava tanto a consciência, do próprio Alenderman, quanto do nosso bom leitor, que está pensando para que tanta bravata, tanta discussão sobre uma palavra, que, como tantas outras, há de ter seu significado por aí já estampado por algum dicionário. Ato contínuo foi o nosso tradutor buscar o pesado e enorme volume, datado de 1997, curiosamente a procurar o verbete.

Podia haver algum problema com aquele dicionário. Erro de edição ou conferência, mas o vocábulo não estava lá não. olhou novamente a fileira de palavras e não conseguiu de fato localizar. Com régua e lápis (sim.. nosso tradutor prefere essa rudimentar ferramenta) acompanho o andar da fileira dos verbetes, tal qual se assiste uma parada militar e os diversos grupamentos em desfile. Mas cadê aquela? Estava em falta!!! e ainda dizia que a edição era revisada.

Ora, o nosso Alenderman queria o quê? Procurar um verbete num dicionário de 1997 e encontrar algo atual, ora essa, faça-me um favor. Mas o termo não parecia se referir, no original a qualquer desses neologismos do nosso século-vinte-e-um-pós-torres-gêmeas. Aliás, a edição do livro datava de quase cinqüenta anos antes, e com tal, deveria estar consignada no dicionário. Que falta mais grave!!! Era o seu dicionário favorito. Criminoso o editor, que de tanto editar, acabou por esconder um verbete importantíssimo. Será que o autor do dicionário sabia disso? Que dureza a vida de um lexicógrafo: demora a vida toda pra escrever um livro que contenha absolutamente todas as palavras do idioma, e eis que por um problema de edição, impressão ou revisão fora sorrateiramente surrupiado.  

Hello Myself!!!!

Dezembro 26, 2007

Olá Senhor Você mesmo. Individualidade em pessoa, ou mesmo esta sem aquela. Aqui é o seu lugar. Por favor, acomode-se e não se preocupe com o que aqui venha a ler. É talvez mais um surto, ou besteirol, ou um monte de non sense que um cidadão aí resolveu publicar para quem ou para ninguém, que esteja interessado em ler.